O livro descreve o rádio contemporâneo como parte de um ecossistema midiático em mutação, marcado por uma variedade de tecnologias comunicacionais a determinar a experiência cotidiana. Por disputar a atenção das pessoas com uma maior quantidade de mídias, a indústria radiofônica precisa se reconfigurar para manter seus valores social e cultural. Nesta obra, o rádio é tratado como uma instituição social, isto é, um conjunto de práticas discursivas edificadas a partir de associações entre agentes e tecnologias ao longo de sua história. Ao demarcar pontos de uma historicização do rádio, o livro volta-se ao presente para definir e propor possibilidades de produção do rádio e de radiofonias. Essa reflexão emerge da comparação entre diferentes contextos, a partir de exemplos de emissoras de seis mercados: três no Brasil (São Paulo, Porto Alegre e Recife) e três no exterior (Reino Unido, Espanha e Portugal). Procura-se propor, por fim, outros caminhos possíveis para a indústria radiofônica.
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R$74,19Preço
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