Solteira de novo pela primeira vez e outros pensamentos mal passados

Ler a Maíla é rir e chorar. É se lembrar de quem se foi, ou de quem se vai ser. Ler a Maíla é se ler e ler o mundo com os olhos de quem amou muito alguém um dia, ou alguns meses, ou dez anos. Há dez anos, há alguns dias, há alguns meses. Ler a Maíla é ler tudo sem parar, até acabar e querer ler mais. Saber mais dela, desse olhar único e tão conhecido para o mundo, para o amor, para a busca pelo amor e pelo mundo. Ler a Maíla é descobrir uma autora original e sincera e original porque é sincera. Suas limitações, sua vontade que às vezes não é mesmo de acertar, mas de errar, ou mesmo de matar o outro. O outro de si mesma que vive no amante, no amor que não se quer querendo. E não se querendo se busca em tantas camas e festas e países diferentes, em viagens, em estradas de onde se parte para se perder e depois se tenta achar de novo e não se consegue, pois passou-se dez anos. (por Paula Autran)

 

Maíla é dançarina sem fronteiras, cantora de balkon, sempre atrás do próximo hit de karaokê. Há meia década tenta acumular mestrados em literatura que não renderão nem um centavo. Tagarela, adora contar histórias que às vezes coloca no papel pra dar folga aos ouvintes. Super acessível, está lá no @palavragrelhada e no @balkonoke. É só chamar.

Solteira de novo pela primeira vez e outros pensamentos mal passados

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